terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

E que sejam felizes para sempre?

E pela milésima vez ouço o já tão conhecido ‘’eu não agüento mais’’ dito depois dos pequenos irem dormir. Parece ironia acreditar que uma discussão é NORMAL, ainda mais quando ela vem de dois adultos bem incididos, e, ouso: ainda mais (sei que já usei a combinação dessas duas palavras) quando ela emana daqueles que te deram vida, te tiraram do abstrato. Traduzindo: Teus pais.
Isso me leva a crer que a felicidade entre casais é cada vez mais rara, me faz criar certo medo, um ‘’não sei se quero’’ que aparece no meio da noite como um fantasma.
Pra quem vive de aparências, na expectativa de não frustrar os outros (e não perder a fama de única subfamília que deu certo dentro da procedência, de fato) deve ser fácil viver de faz de conta!
Tomara Deus que eu jamais perdure numa relação para dignificar a honra da linhagem, mas, no fundo, tomar doses de veneno escasso...

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