Outro dia se vai.
Parece tudo em seu devido lugar.
Nada em seu estado
normal, tudo fora do alcance.
Difícil tirar de
dentro tudo aquilo que afeta, que constrange que amedronta.
Amigos já não são os mesmos, sorrisos agora não passam de algo
forçado, pois tudo termina, afinal, o fim sempre chega, apesar de jamais ter um
final.
Não passo de um
covarde, que ri da discrição, que rodopia em cima de um fato, que desmascara o
ato.
Como uma canção de
amor ou as cortinas de meu quarto. De porta fechada, como sempre, abafo meu caráter
dentro de um cubículo lacrado. Desperto o desejo vendo o ponteiro da vida correr...Ah!
Ridículo...
Seria eu o fim do
mundo? Não, sou apenas a gota de sangue que insiste em correr na direção que eu
ainda não encontrei.
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